A Série B é a linha de pianos verticais acústicos de entrada da Yamaha, e em 2026 ela ganhou uma geração nova: B10, B20 e B30. São pianos pensados para quem vai ter o primeiro acústico de verdade. A criança que saiu do teclado, o adulto que voltou a estudar, quem está trocando o digital por um instrumento com cordas e martelos, e também escolas, igrejas e estúdios que precisam de um piano confiável para o uso diário.
A proposta da linha continua a mesma de sempre: colocar o nome Yamaha dentro de casa por um valor acessível. O que mudou foi a qualidade do que você recebe nessa faixa. A nova geração trouxe melhorias de som e de construção que antes ficavam reservadas aos modelos mais caros. Se quiser comparar com o resto da família, vale conhecer todos os pianos verticais da marca.
A diferença principal entre os três é a altura, e altura, em piano vertical, é som. Quanto mais alto o gabinete, maior o tampo harmônico e mais longas as cordas graves. Na prática, isso significa mais corpo e mais projeção conforme você sobe na linha.
| B10 | B20 | B30 | |
|---|---|---|---|
| Altura | 110 cm | 116 cm | 121 cm |
| Largura | 150 cm | 153 cm | 153 cm |
| Profundidade | 55 cm | 58 cm | 62 cm |
| Peso | 200 kg | 220 kg | 232 kg |
| Teclas | 88 | 88 | 88 |
O B10 é o ponto de partida. Compacto, cabe bem em apartamento, quarto de estudo e sala de aula, e entrega o toque e o som que um iniciante precisa para desenvolver a técnica do jeito certo. O B20 sobe para 116 cm, com tampo maior e graves mais longos. É o modelo que acompanha o aluno que está progredindo e funciona bem na rotina de quem ensina, porque tem mais faixa dinâmica para trabalhar nuance. O B30 é o topo da Série B, com 121 cm, graves mais profundos e uma resposta que já lembra os verticais superiores da Yamaha. É a opção de quem toca com mais exigência ou tem uma sala maior para preencher.
Se você ainda está em dúvida entre os três, vale conversar antes de decidir. A diferença de altura parece pequena no papel, mas muda bastante a experiência de tocar e o quanto o som ocupa o ambiente.
O coração da mudança está em duas peças. Os martelos foram redesenhados com tecnologia que veio do CFX, o piano de concerto de cabeça da Yamaha, e são usinados na própria fábrica com tolerância de 0,05 mm. O resultado é um som mais focado e estável em toda a extensão do teclado. O tampo harmônico, que é o que faz o piano soar, também foi refeito: abeto maciço com a estrutura em coroa apoiada em cinco montantes traseiros, o que mantém a ressonância firme mesmo nos modelos mais compactos.
O gabinete também é diferente. O topo é levemente afunilado para deixar o som escapar melhor, a frente tem uma inclinação suave que ajuda na leitura da partitura e deixa o piano com cara mais atual. A estante de partitura agora é larga, ocupa quase toda a frente do instrumento, o que facilita usar partituras grandes ou várias páginas abertas. E a tampa do teclado tem fechamento suave, um detalhe simples que evita o baque seco e protege os dedos, útil em casa com criança.
O timbre da nova Série B é limpo e bem articulado, com uma ressonância que abre o som mesmo nos modelos menores. Não é um piano feito para palco grande, e não precisa ser: é um acústico de estudo e de casa que entrega o suficiente para o aluno ouvir as próprias nuances e aprender a controlá-las.
A mecânica responde de forma precisa ao toque, o que importa muito para quem está formando técnica. Um piano que devolve com fidelidade o que a mão faz ensina o pianista a tocar melhor. Os três modelos têm as 88 teclas e a mesma lógica de construção, mudando o tamanho e, com ele, o quanto o som cresce.
Todo modelo da Série B pode vir em duas versões com tecnologia embarcada, sem deixar de ser um piano acústico de verdade.
Na versão Silent SC3, um sistema bloqueia os martelos e capta o que você toca por sensores, deixando você praticar de fone a qualquer hora sem incomodar ninguém. É a solução clássica para apartamento e para quem estuda de madrugada. Entenda como funciona na página do Silent SC3.
Na versão TransAcoustic TC3, o próprio tampo harmônico vira alto-falante e projeta o som digital pelo corpo do piano, com controle de volume e conexão Bluetooth, mantendo a vibração natural do instrumento. Veja os detalhes na página do TransAcoustic TC3.
A Série B sai em quatro acabamentos, todos polidos: preto (Polished Ebony), preto com detalhes em cromo (Polished Ebony with Chrome), branco (Polished White) e branco com detalhes em cromo (Polished White with Chrome). A disponibilidade de cada cor e de cada versão pode variar, então confirme com a Tomanik o que está em estoque na hora da sua compra.
A Pianos Tomanik é revenda autorizada Yamaha e atende todo o Brasil. Mais do que vender o piano, a gente ajuda você a escolher o modelo, o acabamento e a versão (acústica, Silent ou TransAcoustic) que fazem sentido para o seu espaço, o seu nível e o seu orçamento.
Depois da compra, o instrumento continua amparado: afinação, manutenção, reforma, transporte e até a opção de pianos usados fazem parte do que oferecemos. Quem prefere ver e tocar antes de decidir pode visitar a loja em Belo Horizonte, no Casa Raja Shopping.
Os valores da Série B são informados sob consulta. Fale com um especialista pelo WhatsApp ou peça um orçamento pelo formulário, e a gente te ajuda a fechar a melhor escolha.
Conheça também os outros verticais Yamaha, como a Série U e a Série YUS.
Procurando o JU109 ou o JX113? A nova Série B é a sucessora direta dessa linha. O antigo b1/JU109 dá lugar ao B10, e o b2/JX113 ao B20. Fale com a gente que explicamos o que mudou de uma geração para a outra.
